18 June
Governo quer estruturas de saúde preparadas para implicações da evolução da gripe A
A Gripe A - Acção do Governo
O director-geral de Saúde quer que as estruturas de saúde e outras instituições estejam adequadamente informadas e preparadas para as implicações da evolução da gripe A. O Ministério da Saúde disse, entretanto, que a realidade portuguesa relativa a este vírus está longe de uma situação de pandemia.
O director-geral de Saúde quer que as estruturas de saúde e outras instituições, entidades e empresas, estejam «adequadamente informadas e preparadas» para as implicações resultantes da evolução da pandemia de gripe A (H1N1) em Portugal.
Em comunicado, no dia em que a OMS decidiu subir para o nível seis o alerta pandémico sobre este vírus, Francisco George explicou que este nível «não reflecte qualquer alteração imediata na situação epidemiológica de Portugal».
Francisco George explicou ainda que «por esta razão, mantêm-se as medidas previstas no plano de contingência, que têm demonstrado ser eficazes».
Este director-geral acrescentou ainda que «as medidas de planeamento, na fase seis, têm o objectivo de diminuir os impactos sócio-económicos que eventualmente resultem da extensão da pandemia a Portugal.

«A evolução da epidemia em Portugal pode ter impactos resultantes de um aumento acentuado do absentismo nos diversos sectores da sociedade e de um excesso de procura dos serviços de saúde», adianta este comunicado que está disponível no site deste organismo.
Entretanto, o Ministério da Saúde realçou que a realidade portuguesa no que toca a esta questão «está ainda longe de uma situação de pandemia», uma vez que ainda apenas estão confirmados dois casos de infecção pelo vírus da gripe A (H1N1).
O ministério tutelado por Ana Jorge adiantou que a subida para o nível seis do alerta pandémico por parte da Organização Mundial de Saúde deveu-se «à facilidade e velocidade de propagação do vírus a nível mundial e não à sua gravidade clínica».
Este ministério adiantou ainda que o vírus tem revelado, até à data, baixa virulência e que «os procedimentos implantados, desde o início da activação do referido plano, demonstraram ser os mais adequados e estão de acordo com o definido pela OMS.
O Ministério da Saúde assegurou ainda que tomará as medidas que venham a revelar-se necessárias em cada momento e garante que as autoridades de saúde monitorizam permanentemente o evoluir da situação.
Manuel Castel-Branco nº16 10ºB
08 June
A preservação da Biodiversidade
O caso da Baleia-Azul
A biodiversidade consiste na variedade de vida existente no planeta - os diferentes tipos de plantas e animais, os fungos e todos os microrganismos, assim como toda a variedade genética existente entre as espécies e as populações e os ecossistemas que habitam. A biodiversidade é essencial ao equilíbrio e funcionamento dos ecossistemas e também é, portanto, importante na preservação do planeta . Assim, é importante preservar as espécies e há vários sinais de alerta sobre o perigo de extinção de algumas delas. Neste contexto vou-me referir à baleia azul que é só o maior animal do planeta.

Chega a pesar 200 toneladas e a medir 30 metros . Este tipo de baleia é uma visitante do arquipélago dos Açores.
Nas primeiras seis décadas do século vinte foram mortas 360 mil baleias azuis. Em meados da década de 1960 a baleia-azul passou a beneficiar de protecção internacional, mas, por razões ainda não descobertas, ainda não recuperou, daí a necessidade de cartografias da sua demografia e movimentação. Tendo em conta a grande dimensão e as enormes necessidades energéticas que tem, a baleia-azul é obrigada a procurar locais para passar o inverno onde se possa alimentar adequadamente nas águas, águas essas ricas em alimento para ter também a capacidade de produzir leite para as suas crias (que engordam cerca de noventa quilos diários).
Para evitarmos a extinção destes animais e fundamental termos um conhecimento profundo da sua biologia, dos seus hábitos alimentares, da sua demografia (quantas são e onde se encontram) e das suas rotas migratórias.
Neste sentido alguns biólogos com a ajuda de transmissores colocados no dorso de algumas baleias e através da ajuda de satélites conseguem seguir as movimentações das mesmas. Para isso, usam uma arma de pressão de ar especial para colocarem transmissores na camada adiposa subdérmica da baleia sem lhe provocar qualquer dano. Neste programa de telemetria por satélite de grandes baleias realizado no âmbito do projecto TRACE (Associação de Cetáceos com o habitat em ecossistemas oceânicos, um estudo integrado) participam investigadores açorianos do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores, sendo a investigação financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Já foram colocados dois transmissores em duas baleias-azuis ao sul da Ilha do Pico (Morse e Freud).
Os aparelhos implantados transmitem um código identificativo de cada vez que os animais vem a superfície média de duas a quatro posições diárias. Estas migrações das baleias tem muito a haver, segundo os investigadores, com as necessidades de alimentação destes animais de grande porte e que tem como base de sua alimentação, o krill. Nos Açores, após meses de céu carregado de nuvens , chuvas e ventos fortes, os primeiros dias de sol e calmaria do início da primavera funcionam como uma benção para o oceano que, em poucos dias, "explode" de vida. O fitoplâncton espalha-se por grandes áreas e os pequenos organismos que dependem dele multiplicam-se e crescem rapidamente. A água fica turva e esverdeada e as nuvens de krill concentram-se em grandes massas. Na rota migratória de sul para norte, é muito provável que as grandes baleias se dirijam às encostas submarinas das ilhas açorianas face a esta abundância. Centenas de animais aproximam-se da costa e são facilmente descobertos pelos vigias de observação de cetáceos que o comunicam de imediato às empresas turísticas locais.
Do mesmo modo, há uma zona chamada Cúpula da Costa Rica que é uma zona de afloramento de águas profundas, frias e ricas em nutrientes , gerada por um encontro de ventos e correntes a oeste da América Central, entre quinhentos a oitocentos quilómetros ao longo da costa. O afloramento das águas profundas faz subir a termoclina (camada divisória entre a água fria e profunda e a água mais quente da superfície (até dez metros da superfície)). Nitratos, fosfatos , silicatos e outros nutrientes acompanham as águas frias profundas, pobres em oxigénio na sua ascenção. Estes nutrientes fertilizam as minúsculas plantas de fitoplâncton, que, por sua vez, alimentam os minúsculos animais dependentes deste que "arrastam" atrás de si animais maiores (como o krill).

Também na zona do Pacifico norte ao largo da Califórnia é seguida, através de satélite a movimentação destas baleias que aí passam o verão e têm sido seguida a sua movimentação em direcção à Cúpula da Costa Rica onde se alimentam e são frequentemente observadas. Aqui passarão o Inverno. Através do seu marcador acústico temporário podemos observar o padrão de alimentação das baleias. Os cientistas utilizam uma ecosonda para acompanhar o krill que se levanta ao anoitecer. Ao mergulhar , a baleia lança investidas contra o krill, emerge para respirar, e volta mergulhar de novo.

Investindo para trás, uma baleia posiciona a mandíbula inferior de modo a recolher água e krill na bolsa pragueada ( em cima) que pode quadriplicar de tamanho. Quando a baleia expele a água da bolsa, o krill fica preso nas barbas.
Graças às bóias equipadas com receptores e aos transmissores acústicos também foi possível identificar vários tipos de focalizações das baleias. Uma cadencia de chamam'8ento designada por A seguida de um tom continuo de chamamento B emitidos pelo macho, e ainda o tipo D que as baleias fazem entre as sessões de alimentação. Por outro lado , também se observam comportamentos de corte em triângulos românticos da espécie o que indica que a zona da Cúpula da Costa Rica é um local de reprodução da espécie.
A actual população mundial de baleias azuis é estimada entre três a quatro mil, com dois mil concentradas na costa californiana. Este é o grupo que representa a maior esperança num longo e gradual processo de aumento populacional da baleia azul, que está nas listas dos animais ameaçados de extinção desde os anos 60.

Com estas investigações será possível definir estratégias para evitar a extinção da espécie, que se apresenta como extremamente fascinante quer aos nossos olhos como pelo seu porte, como pelas suas capacidades extraordinárias.
Fonte: Revista National Geographic, Junho 2009.
Neste site, pode-se vizializar uma baleia-azul em tamanho real. ( http://www.wdcs.co.uk/media/flash/whalebanner/content_pub_en.html01 June
Sistema Respiratório dos Peixes
O sistema respiratório é um conjunto de estruturas envolvidas nas trocas gasosas com o meio. Dessas, as estruturas onde se efectua o movimento de gases respiratórios designam-se superfícies respiratórias. O movimento dos gases respiratórios, quer nas superfícies respiratórias quer a nível celular, ocorre sempre por difusão. A difusão pode ser directa (gases difundem-se directamente através da superfície respiratória para as células, sem intervenção de fluido de transporte) ou indirecta (gases passam através da superfície respiratória para um fluido de transporte que estabelece a comunicação entre as células e o meio externo).
Características das superfícies respiratórias
- Todas são superfícies húmidas, o que facilita a difusão dos gases dissolvidos;
- As superfícies são finas, para facilitar a difusão.
- Presente sempre que existe difusão indirecta, deve ser feita por vasos de parede fina, como os capilares. As superfícies respiratórias devem ser muito vascularizadas.
- A superfície respiratória deve ser extensa, de modo a que o contacto com o ar ou água seja máximo e a velocidade de difusão elevada.

Figura 1 - Sistema Respiratório dos Peixes
As brânquias são os órgãos respiratórios dos peixes. Estas estão alojadas em cavidades branquiais, abrindo para o exterior pelas fendas branquiais ou câmaras branquiais protegidas pelo opérculo e abrindo para o exterior pela fenda opercular. Este facto não só aumenta a protecção como facilita a ventilação (a água é bombeada para a boca por acção de poderosos músculos, passa pela faringe e banha as brânquias, saindo pelas fendas branquiais ou operculares, pelo que a ventilação é contínua). Cada brânquia é formada por um arco branquial, que sustenta os filamentos branquiais nele inseridos e contendo cada um duas arteríolas (aferente com sangue venoso e eferente com sangue arterial), separadas por uma fina rede de capilares.
Mecanismo de contracorrente
Neste mecanismo, a água circula em contracorrente com o sangue desses capilares, permitindo aumentar a eficiência das trocas gasosas: Isto acontece porque o sangue, à medida que flui pelos capilares, vai ficando mais rico em oxigénio e, dado que circula em sentido contrário da água, vai contactando com água sucessivamente rica em oxigénio. Este mecanismo é muito importante, dado que a quantidade de oxigénio dissolvido na água é muito menor da que existe na atmosfera.
22 May
O transporte nos animais
Todos os seres vivos precisam de realizar trocas de substâncias com o meio envolvente. Os animais necessitam de receber nutrientes e oxigénio para as suas células e têm de eliminar dióxido de carbono e outros produtos derivados do metabolismo.
Nos animais mais complexos, existem órgãos especializados na absorção de nutrientes e oxigénio e na excreção de substâncias tóxicas.
O transporte destas substâncias, entre os órgãos onde são absorvidos e as células do resto do organismo, é feito através de um sistema de transporte especializado - o sistema circulatório.
Os sistemas de transporte podem ser classificados em abertos ou fechados.
Nos sistemas circulatórios abertos, o liquido circulante designa-se hemolinfa (uma vez que não existe qualquer diferença entre o sangue e a linfa, liquido que banha as células nos animais com sistema circulatório fechado).

A hemolinfa é bombeada por um coração tubular, ao longo dos vasos, até aos tecidos. Ao chegar aos tecidos a hemolinfa abandona os vasos e passa para um sistema de cavidades, as lacunas, que formam o hemocélio.
No hemocélio, a hemolinfa entra em contacto com as células fornecendo-lhe nutrientes e recebendo produtos de excreção.
Como a hemolinfa abandona os vasos sanguíneos e contacta directamente com as células o sistema designa-se sistema circulatório aberto.
Nos sistemas circulatórios fechados, o liquido circulante designa-se sangue que em condições normais, nunca abandona os vasos sanguíneos. Devido á contracção do coração o sangue é distribuído por todo o organismo, no interior dos vasos, cujo calibre vai diminuindo até serem tão finos que as suas paredes apresentam apenas um camada de células (capilares sanguíneos). Os capilares formam uma rede de forma a atingirem praticamente todas as células. As trocas realizam-se entre o sangue dos capilares e a linfa que envolve as células (linfa intersticial). O sangue fornece oxigénio e nutrientes, e recebe produtos resultantes do metabolismo celular.

Comparando ambos os sistemas (sistema aberto e sistema fechado), podemos afirmar que o sistema aberto tem menor velocidade e menor eficácia que o sistema fechado. Contudo, nos animais que apresentam sistema circulatório aberto, os gases respiratórios não são transportados pelos líquidos circulantes, existindo um sistema respiratório que transporta os gases directamente até aos tecidos para que se efectue as trocas gasosas.
Os sistemas circulatórios fechados podem ainda estar organizados de forma a que a circulação seja simples, (onde o coração é atravessado apenas por sangue venoso, que passa só uma vez no coração, em cada circulação) ou dupla (onde o sangue efectua dois trajectos diferentes, passando pelo coração duas vezes), podendo ainda, neste último caso ser completa (quando não ocorre mistura entre o sangue arterial e venoso. O coração está dividido em dois ventrículos, esquerdo e direito e em duas aurículas, esquerda e direita) ou incompleta (devido ao facto de poder ocorrer mistura parcial de sangue venoso com sangue arterial. Neste caso o coração está dividido num ventrículo e em duas aurículas, esquerda e direita.)
Joana Rita nº9
17 May
A condução do impulso nervoso
Quando, em repouso, o neurónio apresenta carga eléctrica externa positiva e interna negativa. Diz-se, então, que o neurónio em repouso está polarizado.
Diante de um estímulo nervoso adequado a permeabilidade da membrana ao sódio aumenta, o que acarreta um fluxo desses iões para o interior do neurónio, determinando uma inversão da polaridade, o ambiente interno torna-se positivo e o ambiente externo torna-se negativo.
Num segundo momento, a membrana torna-se permeável ao potássio, que migra para o meio externo, possibilitando o retorno ao potencial primitivo de "repouso". Assim, a membrana torna-se novamente positiva no lado externo e negativa no lado interno.
A inversão de polaridade da membrana determina o surgimento de potencial de acção (alteração eléctrica durante a passagem do impulso) que "alastra" ao longo do neurónio, de forma a gerar um impulso nervoso. À medida que o impulso nervoso se propaga, ocorrem sucessivas inversões de polaridade e sucessivos retornos ao potencial de "repouso".

As sinapses
São articulações terminais estabelecidas entre um neurónio e outro (interneurais) ou entre um neurónio e uma fibra muscular (neuromuscular) ou entre um neurónio e uma célula glandular (neuroglandulares).
Entre um neurónio e outro existe um microespaço, denominado sinapse, na qual um neurónio transmite o impulso nervoso para o outro através da acção de mediadores químicos ou neurotransmissores.
10 May
Energia Solar oriunda do espaço
Energia Solar recolhida no Espaço em 2016
A eléctrica norte-americana PG&E prevê iniciar a distribuição de energia solar oriunda do espaço em 2016, através da utilização de painéis solares em satélites que se encontram em órbita à volta da Terra. Segundo uma notícia publicada pela própria empresa, a PG&E comunicou ter assinado um acordo com a empresa Solaren Corporation para o abastecimento de 200 megawatts a serem recolhidos no espaço, nos próximos anos, por painéis solares instalados em satélites.
A energia solar acumulada pelos painéis solares localizados nos satélites será depois enviada para a Terra através de ondas rádio para uma estação no Estado da Florida onde será convertida em electricidade e depois distribuída aos consumidores.

A empresa no seu comunicado afirmou que o aproveitamento da luz solar a partir do Espaço será muito superior ao que se faz a partir da Terra pois a energia solar disponível no Espaço é entre oito a dez vezes superior a que se obtém na Terra, independentemente das condições climatéricas ou das estações do ano.
Ambas as empresas admitem dificuldades na concretização do projecto, porém pensam que por volta de 2016 este será concretizado com sucesso. A partir de aí, será mais um grande passo dado a favor da utilização das energias renováveis e certamente que será muito rentável.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=30818&op=all
Trabalho realizado por:
Duarte Carreiro n.º7 10.ºB
2009/05/09
15 March
Vírus
Todos os seres vivos são constituídos por células, estas estão constantemente sob "ataque" de vírus que as penetram e levam geralmente á morte, graças as nosso sistema imunitário podemos defendermos contra algumas destas ameaças. Mas afinal o que são os vírus?
Os vírus são partículas que contêm um filamento de ácido nucleioco no qual se encontra toda a informação necessária para formar outros vírus. Não são constituídos por células e são incapazes de realizar as funções características dos seres vivos. Para se replicarem têm de penetrar no interior de uma célula viva, à qual provocam geralmente a morte, causando numerosas doenças em todo o tipo de organismos. As suas dimensões são muito pequenas (variando entre vinte e trezentos nanómetros), pelo que só podem ser observados ao microscópio electrónico. Por esta razão, antigamente conheciam-se muito melhor as doenças provocadas por alguns vírus, do que os próprios vírus em si. Para uma classificação dos vírus, temos de ter em conta os seguintes factores: o tipo de ácido nucleico que apresentam e se é de cadeia simples ou dupla; a forma do vírus; e o tipo de organismos que infectam.
Como são os vírus?

A estrutura dos vírus é muito diversificada. No interior do vírus há um filamento de ácido nucleico rodeado por uma cobertura proteica que se chama cápside. Esta cobertura, ou cápside, é constituída por subunidades designadas por capsómeros. Ao contrário das células, apresentam um único tipo de ácido nucleico, DNA ou RNA, que se pode apresentar como um filamento duplo ou simples.
Todos os vírus são iguais?
Alguns vírus têm cápsides com forma de um icosaedro (poliedro formado por vinte faces iguais, que são triângulos equiláteros), com o ácido nucleico no seu interior ou núcleo. Outros, têm cápsides de forma helicoidal (como um saco-rolhas) e o ácido nucleico enrolado da mesma maneira. Os chamados bacteriófagos (que infectam células bacterianas) apresentam uma cápside icosaédrica e uma cauda constituída por proteínas. Por último, alguns vírus helicoidais, alguns icosaédricos e outros de forma pouca definida apresentam em volta da cápside uma cápsula membranosa, proveniente das células que infectaram (célula hospedeira).
Ciclo dos vírus
O ciclo dos vírus compreende duas fases: uma fase extracelular, com capacidade de infectar, em que o vírus recebe o nome de virião e é constituído pela cápside e ácido nucleico correspondente; e uma fase intracelular, no interior de uma célula viva onde o vírus sofre diversas modificações, que termina com a formação de novos viriões. A capacidade de sobrevivência de um virião, isto é, o tempo durante o qual mantém a capacidade para infectar, depende da estrutura da cápside e da cápsula externa: alguns viriões mantêm-se fora de uma célula viva durante semanas; outros sobrevivem apenas algumas horas.
As doenças virais
Os vírus são os agentes infecciosos mais pequenos que se conhecem. Quando penetram nas células vivas, provocam geralmente a sua morte, mas, outras vezes, o seu ácido nucleico une-se ao da célula e os novos vírus só são produzidos passado muito tempo. Em outros casos, a célula infectada pelo desordenadamente até formar um tumor. Qualquer ser vivo pode ser infectado pelos vírus: bactérias, protistas, fungos, animais e plantas. A gripe, a constipação, a raiva, a hepatite e a sida, são alguma das doenças humanas provocadas por vírus. Também provocam doenças nos vegetais, como, por exemplo, o mosaico do tabaco.
Fontes:
-http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADrus
-http://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/virus.htm
Ana Sofia nº2 Turma:10ºB
12 March
A Endoscopia
O que é a Endoscopia?
Endoscopia, significa olhar dentro.
Do que se trata?
Trata-se de uma especialidade médica que se ocupa de obter imagens médicas diagnósticas utilizando-se de um endoscópio. O endoscópio é um aparelho que consta basicamente de uma fonte de luz e alguma forma de visualização da imagem.
Usos da Endoscopia:
A endoscopia é utilizada:
- No trato gastrointestinal:
- Esófago, Estômago e Duodeno (esofagogastroduodenoscopia)
- intestino delgado
- cólon (colonoscopia, proctosigmoidoscopia)
- ducto biliar
- enteroscopia
- colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE)
- No trato respiratório
- nariz (rinoscopia)
- trato respiratório inferior (broncoscopia)
- No trato urinário (cistoscopia)
- No sistema reprodutor feminino
- cérvice (colposcopia)
- útero (histeroscopia)
- trompa de Falópio (Faloscopia)
- Cavidades corporais normalmente fechadas (através de uma pequena incisão):
- Cavidades pélvicas ou abdominais (laparoscopia)
- Interior de um articulação (artroscopia)
- Órgãos do peito (toracoscopia e mediastinoscopia)
- Durante a gravidez
- amónio (amónioscopia)
- feto (fetoscopia)
- Cirurgia plástica
- Panendoscopia (ou endoscopia tripla)
- Combina laringoscopia, esofagoscopia e broncoscopia
- Outros usos não-médicos
- A endoscopia é uma das formas para identificar a doença celíaca.


Figura 1: Endoscopia Digestiva Figura 2: Ulcera Duodenal
Cláudia Nunes N.º 5 10º B
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07 March
Nova biomolécula auxilia diagnósticos e aplicações terapêuticas em dentes e ossos
Os investigadores consideram que esta descoberta pode ter utilidade para uma variedade de aplicações terapêuticas relacionadas com os dentes e os ossos. A identificação e monitorização da formação deste cristal é da máxima importância para os investigadores biomédicos a trabalhar na hipótese de remineralização dos dentes para reparar problemas associados à perda dentária, desenvolvimento de materiais para engenharia de tecidos ósseos para as articulações e terapias celulares que permitam regenerar o tecido ósseo. Contudo, até ao momento, não existe nenhum método prático para localizar a formação de hidroxiapatite em sistemas vivos ou amostras de tecido. Os investigadores de materiais podem identificar estruturas cristalinas através da dispersão de raios X, mas é um procedimento complexo que requer amostras puras e que não pode ser usado em sistemas vivos. Existem alguns ensaios químicos, mas são também testes destrutivos e identificam apenas elementos de cálcio ou fósforo. Para descobrir algo mais específico e menos destrutivo, a equipa da NIST usou uma técnica relativamente nova, a partir de vírus que infectam bactérias, que Alguns destes vírus simples podem ser modificados geneticamente para que, de forma aleatória, reúnam pequenas sequências de aminoácidos - péptidos - e criem ligações nesses locais. Uma população concebida de vírus poderá sintetizar milhões de péptidos de forma aleatória. Caso estes vírus sejam expostos na superfície do cristal de hidroxiapatita, aqueles que forem deixados para trás são os que se tendem a fixar. A clonagem dos "sobreviventes" e a repetição de inúmeros ciclos em condições limitadas irá isolar vários péptidos que podem, depois, ser testados para medir a sua afinidade ao cristal.A equipa da NIST usou esta técnica para identificar um novo péptido que depende tanto da composição química como da estrutura do cristal de hidroxiapatite. A capacidade do péptido em "reconhecer" a específica estrutura de hidroxiapatite pode ser explorada como uma marca não destrutiva para monitorizar o progresso da mineralização do dente e do osso para diagnósticos e aplicações terapêuticas. Fonte: http://www.saudeoral.pt/index.php Dalila Romão nº6 10ºB |
05 March
Planta do tabaco poderá ser futura vacina contra a SIDA
De acordo com os resultados de uma experiência, realizada por investigadores da Universidade de Londres e da Universidade de Warwick, no Reino Unido, e publicados no jornal científico Plant Biotechnology Journal, a planta do tabaco geneticamente modificada resulta numa molécula que poderá vir a ser utilizada como vacina contra o VIH e prevenir a SIDA.

Através do método de fusão para criar novas moléculas, os cientistas descobriram uma forma de levar as plantas a produzirem mais antigenes, necessários para a produção de vacinas. Patrícia Obregon, uma das investigadoras deste estudo, está a desenvolver uma pesquisa sobre a p24 do VIH, uma proteína que é essencial para a activação do sistema imunitário em resposta ao VIH e que os cientistas acreditam que poderá vir a ser um dos componentes essenciais numa futura vacina contra a SIDA.

Embora os cientistas saibam, há já muito tempo, que as plantas podem ser utilizadas para produzir moléculas para vacinas, tinham surgido muitas dificuldades em conseguir níveis adequados de expressão da proteína. Agora, a equipa de investigadores descobriu que o antigene VIH-1p24 produzido desta forma, extrai uma resposta imune apropriada em ratos de laboratório, pode ler-se no Plant Biotechnology Journal.
Os cientistas indicam que dois genes foram envolvidos na experiência: primeiro o ADN complementar codificou uma extensão completa da proteína p24 do VIH que foi clonado para o vector de expressão pMON530 da planta (pVIHp24), explicam os próprios no artigo. E acrescentam: ao mesmo tempo, um fragmento humano IgA contendo os domínios principais da cadeia a2 e a3 foram clonadas em estrutura para o terceiro final da sequência codificando a proteína p24 VIH-1 (p24/a2-a3) no vector pMON530.
Através desta fusão, os investigadores conseguiram obter níveis adequados de expressão da proteína, o que pode representar "o primeiro passo numa estratégia para desenvolver novas vacinas com propriedades imunológicas melhoradas".
Os especialistas do Reino Unido acreditam ainda que esta será uma forma de produzir vacinas contra o VIH/SIDA em maior quantidade e a menores custos, as quais poderão vir a ser utilizadas nos países subdesenvolvidos, onde a doença tem a sua maior expressão.
01 March
Observação de células vegetais com o MOC
1- Introdução
A célula, descoberta em 1965 por Robert Hooke através de um pedaço de cortiça, é considerada a unidade fundamental da vida, pois o seu desempenho e estrutura permite a existência e manutenção da mesma.
Existem dois tipos de células: as procarióticas, mais simples, e as eucarióticas, mais complexas devido á sua organização intracelular. Porém estas podem também ser de origem vegetal ou de origem animal, possuído organelos idênticos mas diferenciando em alguns como a parede celular, os cloroplastos e maiores vacuolos característicos das células vegetais.
Na observação realizada foi objecto de estudo a epiderme da cebola, ou seja, células vegetais, com a finalidade de uma identificação da sua forma e , se possível, de alguns constituintes.
2- Procedimentos
Material:
Microscópio óptico electrónico
Bisturi
Pinça
Lâminas
Lamelas
Vidro de relógio
Papel de filtro
Corante azul-de-metileno
Solução de Ringer
Foi retirada uma pequena película da epiderme da cebola utilizando o bisturi e a pinça com a finalidade de obter o objecto de estudo. De seguida, foi preparada a solução com a epiderme da cebola colocada sobre a lâmina e coberta cuidadosamente com as lamelas, e algumas gotas de azul-de-metileno (experiência 1) ou solução de Ringer (experiência 2) colocando uma pequena porção de cada junto da lamela que cobria a epiderme e utilizando papel de filtro para a deslocação dos corantes ao encontro da epiderme. A solução foi colocada no MOC e este foi ajustada de modo a obter uma melhor visalização. Segui-se a observação e foram tiradas conclusões.
3- Observações
Na primeira experiência, usando o corante azul-de-metileno, foi possível uma identificação clara da forma das células através da parede celular, e do núcleo (em alguns casos até o nucléolo) que adoptou a cor azul. Aqui foi utilizada uma ampliação de 200x.
Na segunda experiência, usando a solução de Ringer, também foi possível a identificação da parede celular e do núcleo. Aqui foi utilizada uma ampliação de 200x.
4- Interpretação dos resultados
A observação das células da epiderme da cebola permitiu uma identificação da sua estrutura a nível das capacidades de ampliação do MOC. Identificando assim a sua estrutura básica, a parede celular, o núcleo (organelo de maiores dimensões) e em alguns casos até o nucléolo.
O corante azul-de-metileno e a solução de Ringer permitiram uma coloração das células para uma melhor observação e a sua conservação.
5- Conclusão
A observação microscópica de material biológico exige a aplicação de diversas técnicas que permitem uma melhor visualização dos seus componentes, uma vez que as células, para além das suas reduzidas dimensões, não apresentam contraste entre os seus constituintes.
Observando ao microscópio óptico células vegetais é possível distinguir os seus constituintes fundamentais e de maiores dimensões: parede celular e núcleo.
Trabalho elaborado por: Beatriz Afonso nº4 , 10ºB
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Os Cinco Reinos
Os Cinco Reinos

Actualmente estima-se que existam na Terra cerca de 30 milhões de espécies de organismos. Para facilitar a compreensão dividiu-se os seres em 5 reinos onde se classificam todos os seres vivos, excepto os vírus que não possuem reino.

Exemplos: Bactérias e Algas Azuis.

-O Reino Protista é essencialmente constituído por seres unicelulares, mas também contem alguns seres coloniais e pluricelulares. As suas células são eucarióticas e a nutrição ocorre geralmente por absorção, fotossíntese ou ingestão. A reprodução pode ocorrer envolvendo processos sexuados e assexuados (fragmentação e bipartição). São produtores, microconsumidores ou macroconsumidores.
Exemplo: Amibas.

-O Reino Fungi inclui organismos unicelulares e pluricelulares, células eucarióticas, e nutrição heterotrófica e que não possuem tecido organizado. Nos ecossistemas são considerados microconsumidores.
Exemplos: Cogumelos e leveduras. Muitas pessoas pensam que os cogumelos se inserem no reino plantae, no entanto isso é incorrecto.


-Os Reinos Plantae e Animalia são muito semelhantes, ambos são organismos pluricelulares, constituídos por células Eucarióticas, no entanto diferem na nutrição e interacção no visto que os seres do reino Plantae são autotróficos e produtores, enquanto os seres do reino Animalia são heterotróficos e macroconsumidores.
Exemplos: -Reino Plantae - Musgos e ervas.
-Reino Animalia - Animais.
João Viana nº11 10ºB
26 February
MUDANÇA CLIMÁTICA: Agora ou nunca

A catástrofe climática já começou a dar uma nova forma à civilização humana.
Secas, inundações, ondas de calor, tornados e furacões que antes eram produto exclusivo das forças da natureza actualmente são fenómenos cada vez mais frequentes e intensos devido a enormes quantidades de calor adicional acumulado na atmosfera devido à queima de combustíveis fósseis.
Dezenas de milhões de pessoas já foram afectadas por fenómenos climáticos não naturais extremos e violentos durante pelo menos as últimas duas décadas. As emissões anuais de dióxido de carbono são actualmente três vezes maiores do que as dos anos 90. Mesmo que fosse possível parar todas as emissões de CO2 a temperatura global continuaria a aumentar desde os actuais 0,8º C, em média, até aos 1,5 e 1,8º C. Assim a temperatura média mundial permanecerá elevada durante os próximos 500 anos.
Cada vez há mais provas de que a mudança climática pode instalar um caos no futuro.
É necessário tomar medidas colectivas a tempo de evitar o pior. Deste modo, todas as nações fixarão um objectivo e um cronograma para reduzir as emissões de gases, causadores do efeito de estufa, libertados pela queima de combustíveis fósseis, quando se reunirem em Copenhaga no final de 2009. A maioria dos cientistas atribui o aquecimento do planeta a esses gases, como o dióxido de carbono, metano e óxido de azoto.
Cientista norte-americano diz que o Árctico está a derreter mais rápido do que as previsões da ONU
Em 2005, o glaciologista norte-americano Ted Scambos alertou que o degelo do Árctico leva já 30 anos de avanço sobre as previsões do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC). Isto significa que, durante o Verão, o oceano Árctico pode ficar livre ou quase livre de gelo já em 2020, três décadas mais cedo do que as piores previsões do IPCC, que apontavam para 2050.
Aquecimento global coloca urso polar em risco de extinção
O degelo do Árctico coloca algumas espécies em perigo como é o caso do urso polar - Ursus maritimus.
Urso polar tenta sobreviver no Árctico com escasso gelo. Sinais do Aquecimento Global explícitos no sofrimento desses animais.


Pintar telhados de branco travaria Aquecimento Global
Um estudo acaba de demonstrar que pintar de branco os telhados de 100 grandes cidades eliminaria emissões de CO2 equivalentes a um ano, o que equivale a 44 gigatoneladas!
E faz todo o sentido. Todos sabemos que o branco reflecte o calor (é por isso que usamos camisas e vestidos brancos nos dias quentes) e também sabemos que telhados e paredes brancos reduzem a necessidade de se usar ar condicionado. O que não sabíamos, até agora, é quão significativo seria o impacto desta medida se fosse tomada a nível mundial.
João Paralta Nº 13; 10º B
22 February
Sistema de Classificação de Whittaker .
Classificação de Whittaker
A enorme diversidade de seres vivos que existe na Terra levou a que os Biólogos organizassem as várias espécies em grupos, consoante as suas características e a sua constituição para facilitar a compreensão e o estudo dos seres vivos.
Um dos modelos mais utilizados na classificação dos seres vivos é o modelo criado por Whittaker.
Os Reinos que constituem este modelo são:
-Reino Monera.
Reino Protista.
-Reino Fungi.
-Reino Plantae.
-Reino Animalia.
O Modelo de classificação de Whittaker, encontra-se dividido em cinco grupos, tendo como base os seres vivos mais simples, Reino Monera, e no seu topo os mais complexos, Reino Plantae, Reino Animalia e Reino Fungi.

Reino Monera
Os seres vivos que podemos encontrar neste reino são bastante simples, sendo seres Procariontes , tendo um sistema endomembranar pouco desenvolvido, e unicelulares, como as bactérias, muito resistentes devido à sua constituição com uma cápsula bastante resistente. Estes seres vivos podem ser seres autotróficos ou seres heterotróficos.

Reino Protista
Quanto aos seres vivos que fazem parte do Reino Protista, são seres mais complexos que os do Reino Monera, são seres eucariontes, podendo seres unicelulares ou pluricelulares. Um exemplo de seres vivos deste reino, são as algas verdes. Este reino tem uma grande diversidade por possuir seres unicelulares e pluricelullares.

Reino Fungi
Relativamente aos seres vivos do Reino Fungi, são seres eucariontes pluricelulares ou unicelulares. Ao contrário de todos os reinos anteriores, neste reino apenas existem seres heterotróficos, sendo geralmente decompositores, bastante importantes reiniciar o ciclo da matéria, transformando matéria orgânica em matéria inorgânica essencial para a vida dos produtores.

Reino Plantae
O Reino Plantae é constituído por seres eucariontes pluricelulares. Os seres vivos deste reino são bastante importantes, pois produzem matéria orgânica a partir de matéria inorgânica, sendo essenciais para a sobrevivência dos seres vivos. O musgo é um exemplo de um ser autotrófico que pertence a este grupo de seres vivos.

Reino Animalia
Por fim o Reino Animalia é um dos mais complexos, sendo constituído por seres eucariontes pluricelulares, bastante desenvolvidos, e heterotróficos. A diversidade neste grupo é enorme existindo seres vivos neste reino como os mamíferos.
Os seres vivos deste reino apresentam células eucarióticas tal como foi referido, sendo estas constituídas por um sistema endomembranar desenvolvido, proporcionando a estes seres vivos uma enorme complexidade.

Podemos concluir que a diversidade de seres vivos no Planeta Terra é enorme, sendo necessária uma boa organização como a classificação de Whittaker, para perceber a sua constituição e as funções de cada tipo de seres vivos.
Imagens e Informação retiradas de:
-http://www.imotion.com.br/imagens/data/media/24/8512panda.jpg
-http://img.photobucket.com/albums/v85/jumento/011/Bacteria.jpg
-http://www.cientic.com/imagens/img_taxa4.jpg
-http://www.infopedia.pt/$sistema-de-classificacao-de-whittaker
Guilherme Ramos nº8 10ºB
20 February
Fóssil pode ajudar a perceber alterações climáticas
Fóssil da maior serpente do Mundo pode ajudar a perceber alterações climáticas

Os cientistas que estudam os restos da maior serpente do Mundo, descobertos no Norte da Colômbia, acreditam que estes poderão trazer revelações sobre o clima e o meio ambiente em que viveu o réptil há 60 milhões de anos.
Baptizada de "Titanoboa Cerrejonensis" devido ao seu tamanho e à localização da mina de carvão de Carrejón onde foi encontrada há cerca de dois anos, a gigantesca serpente tinha mais de 13 metros de comprimento e pesava 1,25 toneladas, de acordo com os paleontólogos que analisaram as suas vértebras e cujas conclusões do estudo estão publicadas na última edição da revista "Nature".
O fóssil encontrado da maior serpente do Mundo está datado com mais de 60 milhões de anos, querendo isso dizer que muito provavelmente viveu na época do Paleoceno, um período de 10 milhões de anos que se seguiu a época dos Dinossauros, há 65 milhões de anos.
A descoberta deste fóssil não só permite um estudo sobre as condições climáticas do Paleoceno, mas também a evolução das serpentes. O fóssil é considerado como um importante factor de estudo sobre as alterações climáticas pois apresenta um tamanho raríssimo e, visto ser um animal de sangue frio, cujas dimensões variam consoante a temperatura do meio onde habitam, permite que sejam retiradas conclusões sobre o clima da era em que viveu.
O fóssil apresenta um tamanho que aponta para uma necessidade, por parte da serpente, de uma temperatura média anual entre os 30 e os 40 graus Célsius para poder viver, temperatura essa que apresenta um decréscimo de 6 graus na actualidade.
Um dos investigadores deste estudo indicou também que, no futuro, será possível ver outras serpentes como a deste fóssil encontrado, pois as alterações climáticas em curso poderão, dentro de alguns anos, proporcionar temperaturas idênticas às do período em que a Titanoboa viveu.
Duarte Carreiro n.º7 10.ºB
Uma equipa de investigadores do National Institute of Standards and Technology (NIST) identificou uma pequena biomolécula - hidroxiapatite - que se fixa especificamente a uma das principais estruturas cristalinas do organismo - o fosfato de cálcio armazenado nos dentes e ossos. 
é capaz de criar rapidamente e visualizar números elevados de biomoléculas para interacções específicas.